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Brasil pode ‘virar’ Argentina se reformas demorarem, alertam analistas

B rasil e Argentina são economias que dependem uma da outra pela proximidade. Apesar das diferenças estruturais e dos indicadores econômicos, ainda possuem semelhanças, principalmente, na área fiscal, de acordo com analistas. Os dois países estão com a dívida pública bruta elevadíssima em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB), como mostra o quadro ao lado. Esse cenário não deixa espaço para o poder público estimular a economia por meio do investimento, e não conseguem fazer um ajuste fiscal em ritmo acelerado. As reformas estruturais em ritmo mais acelerado são essenciais para evitar um novo mergulho na recessão, alertam.

O país vizinho está mergulhado no segundo ano seguido de queda do PIB neste ano. Analistas lembram que esse cenário, deve-se, em grande parte, à inflação elevada e ao fato de o presidente argentino, Mauricio Macri, ter feito um ajuste fiscal muito gradual. Eles lembram que, como Macri corre o risco de não se reeleger no fim deste ano, ele partiu para medidas desesperadas e populistas (que não deram certo no Brasil dos anos 1980), como congelamento de preços. Além disso,  está na contramão da cartilha do Fundo Monetário Internacional (FMI), que voltou a socorrer Buenos Aires com a saída de Cristina Kirchner, que está na frente das pesquisas em um eventual segundo turno contra Macri.

O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, não tem dúvidas de que essas medidas artificiais anunciadas por Macri não funcionarão. Apesar de achar que o risco de o Brasil cair no mesmo ciclo recessivo que atravessa a Argentina ser pequeno, Castro reconhece que, se a reforma da Previdência não acontecer neste ano, esse risco vai crescer. “A consequência de não haver reformas piora a atividade econômica, que vai ser pífia. O país não está criando condições para um crescimento sustentável. O desemprego está altíssimo. Os juros não caem”, afirma ele, lembrando que as estimativas iniciais de alta do PIB deste ano eram próximas de 3% e elas caem constantemente. Na avaliação dele, o comércio exterior não deve ajudar no PIB como no passado, porque as exportações do país estão encolhendo e devem fechar o ano com retração em torno de 8%. “Pelas nossas estimativas, em 2019, o país vai exportar US$ 20 bilhões a menos do que no ano passado”, aposta.

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Na economia brasileira, 2019 está perdido e 2020 já é dúvida

Este já caminha para ser um ano perdido e 2020 é uma interrogação, avalia o consultor e professor-doutor Antonio Corrêa de Lacerda, diretor da Faculdade de Economia e Administração (FEA) e ex-coordenador do Programa de Estudos Pós-graduados em Economia Política da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP). «O Estado deveria estar investindo mais para ativar a economia. Está acontecendo o contrário. A economia fica sem vetores para reagir», afirma.

Para Lacerda, o discurso do ministro Paulo Guedes não mudou desde a campanha eleitoral: a «reforma» da Previdência vai propiciar a retomada da confiança e, consequentemente, da atividade. «Isso não funcionou em nenhum lugar do mundo. Essa economia fragilizada é um nó para a área fiscal.»

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Por que o Brasil não retoma o crescimento econômico

Osindicadores econômicos conhecidos do primeiro trimestre mais fracos do que o esperado, a queda da confiança de empresários e consumidores e o desemprego altomostram que, mais uma vez, o país vê adiada a possibilidade de ter uma retomada vigorosa da atividade. Embora ainda sejam uma minoria, projeções mais sombrias, com possibilidade de até uma leve retração do Produto Interno Bruto (PIB), começaram a aparecer recentemente. O último recorte de três meses com resultado negativo foi observado no final de 2016.

Números para justificar o pessimismo não faltam (confira gráficos abaixo). Indicador do Banco Central (BC), o IBC-Br, por exemplo, teve retração de 0,73% na passagem de janeiro para fevereiro, após recuar 0,41% no primeiro mês do ano frente a dezembro. O Monitor do PIB, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), aponta recuo de 0,4% em fevereiro, apesar do avanço de 0,3% em janeiro. 

Frustrados essencialmente pela desorganização política do Planalto na busca por angariar apoio para a aprovação da reforma da Previdência no Congresso, analistas financeiros consultados pelo Boletim Focus, do BC, diminuem há sete semanas consecutivas a previsão de alta do PIB para 2019. Em janeiro, no auge do otimismo, a mediana indicava crescimento de 2,57%. Na última edição do documento, divulgado na segunda-feira (15), o percentual estava em 1,95%.

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Economia não reage e registra retração em fevereiro

A economia brasileira sofreu queda no mês de fevereiro, de acordo com Monitor PIB (Produto Interno Bruto), calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), que apontou uma retração de -0,4%, ante 0,3% registrado em janeiro, pela série mensal sobre o PIB do país.

Em entrevista à jornalista Marilu Cabañas, na Rádio Brasil Atual, o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, ressalta que, no geral, a recuperação econômica ainda está muito aquém do projetado para o período e assim deve continuar diante da gestão de Jair Bolsonaro. 

«A política econômica do governo não indica iniciativas no sentido de animar e ativar o processo produtivo, e nós temos um travamento estrutural na economia, que patina, anda de lado e, talvez, 2019 seja mais um ano de baixo crescimento», avalia Clemente, ao descrever o cenário brasileiro, com desemprego elevado e baixas no investimento e no poder de consumo das famílias brasileiras.

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Projeção de expansão da economia cai pela oitava vez e vai para 1,71%

Instituições financeiras reduziram pela oitava vez seguida a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – agora caiu de 1,95% para 1,71% este ano.

Para 2020, também houve redução: de 2,58% para 2,50%. Essa foi a quinta redução consecutiva. As estimativas de crescimento do PIB para 2021 e 2022 permanecem em 2,50%.

Os números constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estimativas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi ajustada de 4,06% para 4,01% este ano. Para 2020, a previsão segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

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Governo do Brasil prevê crescimento econômico de 2,7% a partir de 2020

O governo brasileiro espera que a economia vai crescer 2,7% no próximo ano e manter um ritmo semelhante até 2022, de acordo com um primeiro projecto de orçamento para 2020 divulgado segunda-feira pelo Ministério da Economia.

Segundo o documento, a economia para o qual este ano espera-se expansão de 2,2%, 2,7% crescer em 2020, 2,6% em 2021 e 2,5% em 2022, o último ano do mandato que o presidente Jair Bolsonaro assumiu em 1º de janeiro.

O chamado conta de directivas orçamentais também é optimista sobre a inflação, que é estimada para permanecer estável a 3,7%, até pelo menos 2022, com uma taxa de referência de 8% por ano.

O documento afirma também 2,020 previsão déficit fiscal de 124.100 milhões (cerca de 32657 milhões), equivalente a cerca de 2% do produto interno bruto (PIB).

Apesar de que seria o sexto ano em que as contas anuais fechadas em vermelho, o desequilíbrio em 2020 é menor do que o esperado este ano, quando se prevê que o défice para atingir 139.000 milhões de reais ($ 36,580 milhões).

Uma das propostas mais polêmicas do projeto aumenta o salário mínimo para 2020-1040 de reais (273,6 hoje), que, segundo analistas econômicos não significam um aumento real, porque o aumento é de 4,2%, semelhante à inflação esperado para este ano.

Ainda assim, o secretário do Tesouro do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, disse que o aumento do salário mínimo para 2020 poderá ser revista antes do final do ano.

«É apenas um parâmetro» que «não é final» e pode sofrer alguma alteração antes de dezembro, disse ele em entrevista coletiva.

O projeto, a ser discutido pelo Parlamento, também realizada em altas somas do défice do sistema de pensões, que o Governo pretende eliminar gradualmente por uma reforma controversa pendente na Câmara dos Deputados e propõe substituir o actual sistema de distribuição de adotar capitalização individual.

Até o actual regime, o Estado administra um único contribuições de fundos para os trabalhadores, enquanto no modelo proposto pelo governo do direitista aposentadoria sistema Bolsonaro vai depender do que cada pessoa pode economizar ao longo de suas vidas profissionais.

De acordo com o projeto apresentado na segunda-feira, o déficit do sistema de pensões em 2020 será de cerca de 237.900 milhões de reais (62.605 milhões de dólares), uma quantia equivalente a cerca de 3,02% do PIB.

EFE.COM

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