Confiança na recuperação da economia brasileira

As exportações de manufaturas industriais para o Brasil cresceram 26% em 2018, para ultrapassar 7,6 bilhões de dólares, o que alimenta a expectativa do governo argentino de que um crescimento projetado da economia do país vizinho seja um motor de manufatura local » este ano.

A secretária de Comércio Exterior, Marisa Bircher, afirmou que «um maior crescimento da economia brasileira poderia ser um motor para as exportações industriais, já que este país é o principal destino para esse tipo de produto».

Em 2018, as exportações de manufaturas industriais para o Brasil cresceram 26%, superando os 7,6 bilhões de dólares.

«O Brasil é um parceiro estratégico para a Argentina, é nosso principal parceiro comercial», insistiu o funcionário do Ministério da Produção e Trabalho, que apontou que 18 por cento do total das exportações do país durante 2018, ou seja, cerca de 11.300 milhões de dólares, correspondiam a esse destino «.

Sobre o futuro do Mercosul, tema discutido pelos presidentes dos dois países, Mauricio Macri e Jair Bolsonaro, em sua primeira reunião oficial na semana passada, Bircher insistiu que «o bloco é uma ferramenta fundamental no processo de integração comercial e produtiva».

«Neste contexto, o Mercosul é extremamente importante para a Argentina na esfera econômica e política, é o primeiro destino de nossas exportações totais e industriais e, como tal, tem um papel muito importante para consolidar como uma plataforma de integração. de apoio à criação de empregos «, acrescentou.

Na recente visita ao Brasil, os dois governos reafirmaram «o papel do Mercosul como plataforma para avançar e aprofundar a integração com o resto do mundo».

«Tudo indica que continuaremos trabalhando em uma agenda conjunta, priorizando a conclusão das atuais negociações e a abertura de novas negociações», disse Bircher.

O Mercosul, além do aspecto comercial, é importante do ponto de vista geopolítico, pois representa a quinta economia mundial e um mercado de mais de 290 milhões de pessoas.

Fonte: .lacapital.com.ar

O Cayman Islands Investment Group Ltd. anuncia o desenvolvimento de uma nova plataforma de negociação de criptomoedas

O Cayman Islands Investment Group Ltd. anunciou hoje o desenvolvimento de uma nova Plataforma de Negociação de Ativos Digitais, baseada nas Ilhas Cayman. «Estamos verdadeiramente empolgados por apresentar ao mundo uma nova plataforma», disse Corvin Mclean Jr, diretor-gerente do Cayman Islands Investment Group Ltd.

Feedback positivo

Os resultados de uma recente pesquisa indicam que muitos operadores reconhecem os benefícios da disponibilidade da plataforma de negociação (exchange) do CIIG. A facilidade do acesso e o vasto conhecimento dos membros da equipe de tecnologia do CIIG prometem proporcionar aos usuários uma experiência agradável e diferenciada. A plataforma foi definida para ser um dos mais novos projetos relacionados com cadeia de blocos a serem lançados nas Ilhas Cayman.

«Isso era necessário», disse um dos participantes do grupo pesquisado. «O mundo está progredindo e chegou a hora do setor financeiro das Ilhas Cayman fazer o mesmo!».

Cronograma

A plataforma de negociação do CIIG é uma plataforma impulsionada pela acessibilidade e pela segurança. As Ilhas Cayman são conhecidas há tempos como um super centro financeiro do Caribe. O CIIG tem por objetivo utilizar as mesmas medidas de segurança e conformidade exibidas no setor financeiro para assegurar uma agradável experiência de negociação para todos os tipos de usuários. Ativos digitais populares como Bitcoin, Ethereum, Ripple e Monero são apenas uma parte dos ativos que estarão disponíveis para comércio na plataforma de negociação. A plataforma de negociação do CIIG tem lançamento previsto para o primeiro trimestre de 2019, com a fase de testes Beta já iniciada em janeiro.

Fundado em 2018, o Cayman Islands Investment Group Ltd. é uma empresa de comércio via Internet. A empresa oferece uma vasta série de produtos e serviços projetados para ampliar as possibilidades de comércio no Caribe.
O Cayman Islands Investment Group Ltd. é uma empresa registrada das Ilhas Cayman.

Os nomes das empresas e produtos reais aqui mencionados podem ser marcas registradas de seus respectivos proprietários.

Fonte: broadcast.com.br

Bolsonaro entrega proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional

O presidente Jair Bolsonaro entregou na manhã desta quarta-feira, 20, proposta de reforma da Previdência ao Congresso Nacional.

A proposta da reforma da Previdência vai garantir uma economia de R$ 1,164 trilhão em dez anos nas despesas públicas, segundo o Ministério da Economia. O valor da economia foi antecipado pelo Estadão/Broadcast. Nos quatro anos de Bolsonaro, a economia esperada será de R$ 189 bilhões.

Bolsonaro seguiu para a sala da presidência da Câmara acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, e dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, também acompanhava o presidente.

Um pouco antes das 10h, o presidente da República deixou o gabinete de Maia e saiu da Câmara sem falar com a imprensa.

Cerca de dez parlamentares da oposição estavam vestidos com aventais alaranjados e trouxeram laranjas para, segundo eles, “recepcionar o presidente».

Neste momento, o governo concede entrevista coletiva explicando os pontos da reforma. Participam da entrevista para detalhar os pontos da reforma o secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, o secretário de Previdência, Leonardo Rolim e o secretário-adjunto de Previdência, Narlon Gutierre.

Também estão presentes o Procurador-Geral Adjunto de Gestão da Dívida Ativa da União e do FGTS, Cristiano Neuenschwander, e o Diretor de Programa da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Felipe Portela.

Fonte: economia.estadao.com.br

Brasil toma ejemplo de liberación comercial de México

A economia brasileira é voltada para o mercado interno e isso se reflete na pequena proporção de empresas brasileiras exportadoras, onde os fluxos globais de comércio bilateral de bens e serviços representaram cerca de 25% do PIB nos últimos anos.

O país brasileiro apresenta uma rede modesta de acordos preferenciais de comércio, por exemplo infra-estrutura física insuficiente, acesso limitado a capital de longo prazo e baixos níveis de mão-de-obra.

Diante disso, analisamos o processo de liberalização ocorrido no México e que o Brasil como membro do Mercosul tem acordos comerciais preferenciais (acordos de complementação econômica) com a Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, Índia, México, Peru e União. Alfândega da África Austral (SACU) e Venezuela, bem como um acordo de livre comércio com Israel.

No caso do México, tem 13 acordos de livre comércio com 52 países e sete acordos de alcance parcial no âmbito da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI), que aumentaram suas exportações a uma taxa mais do que dobrada em relação a O Brasil na última década.

Fonte: laverdadnoticias.com

Brasil: 5 desafios enfrentados pela maior economia da América Latina em 2019

Muitos números relacionados à economia no Brasil pioraram desde 2016.

Ou seja, Jair Bolsonaro assume a presidência em 1º de janeiro e recebe um país atingido pelo aumento da pobreza e do desemprego e outros problemas sociais, segundo estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em dezembro.

A economia brasileira registrou altos e baixos desde a última pesquisa do IBGE em 2014: baixo crescimento, desaceleração e recessão, até se recuperar lentamente em 2017.

Como resultado, o mercado de trabalho sofreu cortes de empregos, a informalidade aumentou e a renda de trabalhadores independentes e assalariados caiu.

O estudo publicado em 2018 (com dados coletados até 2017) também destaca as desigualdades socioeconômicas entre pessoas de diferentes cores ou raças, desfavoráveis ​​aos negros.

Aqui explicamos os indicadores problemáticos com os quais Bolsonaro terá que lidar durante os próximos quatro anos.

1. CRESCER O DESEMPREGO EM TODO O TERRITÓRIO:

Da investigação de 2014 até o presente, o mercado de trabalho brasileiro registrou uma grande redução de vagas, da jornada de trabalho (menos de 40 horas semanais), aumento da informalidade e aumento da desigualdade de renda.

A taxa de desocupação, que foi de 6,9% em 2014, aumentou para 12,5% em 2017. Ou seja, nesse período, 6,2 milhões de pessoas estavam desempregadas.

Os jovens sofreram mais. Em pessoas entre 14 e 29 anos, o desemprego passou de 13% para 22,6% em 2017.

A partir de 2016, a informalidade cresceu: dois em cada cinco trabalhadores não tinham um contrato assinado em 2017, o que implica que os trabalhadores informais aumentaram 1,2 milhão desde 2014.

Para Thiago Xavier, economista e chefe de monitoramento da atividade econômica na Tendencias Consultoría, a recuperação do mercado de trabalho depende principalmente da retomada do crescimento do país.

2. CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA POBREZA: Entre 2016 e 2017, o número de pessoas pobres passou de 52,8 milhões (25,7% da população) para 54,8 milhões (26,5%), segundo o IBGE. A faixa mais vulnerável é composta de casas comandadas por mulheres negras sem cônjuge e com filhos de até 14 anos. 64,4% desse grupo vive na pobreza. O percentual de crianças e adolescentes pobres aumentou de 42,9% para 43,4%.

Desde 2016, mais 2 milhões de pessoas caíram em extrema pobreza, com uma renda aproximada de US $ 35 por mês.

Como resultado, a porcentagem de pessoas nessa situação aumentou de 6,6% para 7,4%, ou, em números absolutos, de 13,5 milhões para 15,2 milhões de pessoas.

Segundo os dados mais recentes, a renda de 10% dos brasileiros com maior renda no país é 3,5 vezes maior que o total recebido por 40% com menor renda.

3. MORADIA INADEQUADA:

A pesquisa do IBGE mostra que 27 milhões de pessoas, ou 13% da população, vivem em residências com pelo menos uma das quatro inadequações consideradas no estudo: superlotação (de mais de três habitantes por dormitório), aluguel excessivo (quando superior a 30% da renda familiar), ausência de banheiro para uso exclusivo da casa e paredes externas construídas com materiais perecíveis.

Mais de um terço da população não possui pelo menos um dos três serviços de saneamento básico analisados: esgoto sanitário, abastecimento de água e coleta direta ou indireta de lixo.

Todos os indicadores são mais altos nos negros, em comparação aos brancos.

43,4% dos negros, por exemplo, não têm acesso à rede de esgotos ou de esgotos. O número cai para 26,6% nos brancos.

4. CRIANÇAS DE 4 E 5 ANOS FORA DA ESCOLA:

O percentual de crianças de 4 e 5 anos que frequentam a escola ou creche aumentou de 90,2% em 2016 para 91,7% em 2017.

Apesar do aumento, o estudo afirma que «nenhuma das grandes regiões (do Brasil) alcançou a meta de universalizar» o acesso à educação pré-escolar.

O Plano Nacional de Educação de 2014 aspirava que 100% das crianças de 4 e 5 anos acessassem esse nível de educação.

5. DESIGUALDADE ENTRE ESTUDANTES DE ESCOLAS PARTICULARES E PÚBLICAS:

O estudo mostrou uma profunda desigualdade no acesso ao ensino superior.

Apenas 35,9% das pessoas que concluíram o ensino médio no sistema público ingressaram no ensino superior, em comparação com 79,2% das que estudavam em escolas particulares.

Em 2017, pouco mais da metade dos brancos (51,5%) com ensino médio cursaram o ensino superior.

A economia brasileira cresceu 1,28% de janeiro a novembro de 2018

A economia brasileira cresceu 1,38% nos onze primeiros meses de 2018, enquanto em novembro avançou 1,86% em relação ao mesmo mês do ano anterior, informou o Banco Central nesta quinta-feira.

O indicador faz parte do Índice de Atividade Econômica do Emissor Brasileiro (IBC), considerado uma medida anterior do comportamento do produto interno bruto (PIB) do país.

No acumulado nos últimos 12 meses, o PIB brasileiro avançou 1,44%, enquanto em novembro cresceu 0,29% em relação ao mês de outubro.

Segundo analistas do mercado financeiro, a economia brasileira avançou cerca de 1,30% em 2018, após alta de 1% em 2017.

O fraco crescimento dos últimos dois anos não foi suficiente para que a maior economia da América do Sul se recuperasse da forte recessão que atravessou em 2015 e 2016, quando o PIB acumulou uma queda de sete pontos percentuais.

fonte: eldinero.com.do